Operação & cadastro
A base de sócios como fonte única de verdade, viva através da troca de diretoria, em vez de uma planilha que muda de dono a cada eleição.
A entidade roda pela dedicação de uma diretoria voluntária. Mas gestão é outra coisa: saber quanto renova, quanto do congresso vira sócio e o que acontece com a memória científica a cada edição.
Doze perguntas sobre renovação, congresso, engajamento, legado científico e governança. No fim, o nível de maturidade da gestão, o maior gargalo e um plano de ação sob medida.
O diagnóstico olha a gestão da associação em seis frentes. Em cada uma, o que uma sociedade bem administrada tem no lugar.
A base de sócios como fonte única de verdade, viva através da troca de diretoria, em vez de uma planilha que muda de dono a cada eleição.
A taxa de renovação medida de fato, o primeiro ano acompanhado à parte e a anuidade distribuída ao longo do ano, não concentrada num pico só.
A ponte entre quem passa pelo congresso e quem vira sócio, desenhada no checkout, onde o interesse está no auge.
Os pontos de contato entre um congresso e outro, para a associação não competir com a memória do sócio na hora de renovar.
A memória científica do seu campo preservada num acervo permanente, com DOI e indexação, em vez de dispersa em PDFs e drives.
A conformidade dos dados dos sócios com a LGPD e uma passagem de bastão documentada, para o conhecimento não zerar a cada gestão.
No fim, o nível de maturidade da sua entidade, a área que mais precisa de atenção e um plano de ação em três horizontes, pronto para a reunião de diretoria.
Começar o diagnósticoA Galoá dá infraestrutura para associações científicas: gestão de sócios, filiação, anuidade e os congressos da entidade num lugar só.